Cruz, rude cruz...
Nela vejo meus pecados, minhas incoerências...
Meu egoísmo, minha incredulidade...
Minhas fraquezas, minha rebeldia...
Cruz, rude cruz...
Foi feita para mim, pois eu a mereço...
Ninguém mais senão eu mesmo a possuo por mérito...
Nela está minha condenação, minha justa condenação...
Pois a Deus abandonei, contra o Senhor pequei...
Cruz, rude cruz...
Ainda que para mim feita, como a poderei suportar?
Como pagarei a dívida que tenho ao meu Senhor e Deus?
Como quitarei o débito se perder a própria vida?
Cruz, rude cruz...
Nela estava meu Jesus...
Tomou a minha cruz e a suportou por mim...
Pagou e riscou a minha dívida, entregando-se em meu lugar...
Morreu, mas ressuscitou, garantindo-me a vida, e vida com abundância...
Cristo, grande Cristo...
Como deixarei de te amar?
Se por mim o Senhor deixou-se pregar?
Como poderei deixar de reconhecer, que em ti está o perdão para o meu viver?
Cristo, grande Senhor..
A ti seja todo o Louvor...
Pois me reconciliaste ao meu Criador...
E através de teu Santo Espírito habitas em mim...
Cristo, Grande Salvador...
Como deixar de te reconhecer, em meu passos e caminhos?
Tu és a grande razão do meu viver...
Pois a vida está em ti, e só em ti posso viver!
Te amo meu Senhor Jesus, apaixonado por ti estou!

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