domingo, 30 de dezembro de 2012

Cruz, rude cruz...

Cruz, rude cruz...
Nela vejo meus pecados, minhas incoerências...
Meu egoísmo, minha incredulidade...
Minhas fraquezas, minha rebeldia...

Cruz, rude cruz...
Foi feita para mim, pois eu a mereço...
Ninguém mais senão eu mesmo a possuo por mérito...
Nela está minha condenação, minha justa condenação...
Pois a Deus abandonei, contra o Senhor pequei...

Cruz, rude cruz...
Ainda que para mim feita, como a poderei suportar?
Como pagarei a dívida que tenho ao meu Senhor e Deus?
Como quitarei o débito se perder a própria vida?

Cruz, rude cruz...
Nela estava meu Jesus...
Tomou a minha cruz e a suportou por mim...
Pagou e riscou a minha dívida, entregando-se em meu lugar...
Morreu, mas ressuscitou, garantindo-me a vida, e vida com abundância...

Cristo, grande Cristo...
Como deixarei de te amar?
Se por mim o Senhor deixou-se pregar?
Como poderei deixar de reconhecer, que em ti está o perdão para o meu viver?

Cristo, grande Senhor..
A ti seja todo o Louvor...
Pois me reconciliaste ao meu Criador...
E através de teu Santo Espírito habitas em mim...

Cristo, Grande Salvador...
Como deixar de te reconhecer, em meu passos e caminhos?
Tu és a grande razão do meu viver...
Pois a vida está em ti, e só em ti posso viver!

Te amo meu Senhor Jesus, apaixonado por ti estou!

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