quarta-feira, 1 de junho de 2016

Junho de 2016 - mês do Pastor

"Obedecei aos vossos dirigentes, e sede-lhes dóceis; porque velam pessoalmente sobre as vossas almas, e disso prestarão contas. Assim poderão fazê-los com alegria e não gemendo, o que não vos seria vantajoso." Hebreus 13:17 (Bíblia de Jerusalém)

Conforme a Agenda de 2016 da Igreja de Sião, neste mês de junho celebraremos o mês do Pastor. Portanto, neste mês faremos algumas reflexões sobre o ministério pastoral, e sua importância para o corpo de Cristo, a Igreja.

O ministério Pastoral, para aqueles que levam o ministério como o sacerdócio e não como "profissão", são aqueles que diuturnamente estão no exercício de suas funções sacerdotais, orando, pregando, ensinando, batalhando pela verdade e pela união do Corpo. Ocupam uma posição privilegiada na obra e no Reino de Deus, bem como carregam grandes responsabilidades.

Esses pastores, na esmagadora maioria dos casos, são aqueles que não estão na mídia, que não dirigem mega-templos, que não andam em luxuosos carros importados ou não possuem fazendas com inúmeras cabeças de gados no interior de Goiás (embora nada disso seja impeditivo à uma vida ministerial, desde que conquistados com um trabalho sério, honesto e compatível com as Igrejas que dirigem). Antes, são aqueles que, quando muito, levam uma vida simples e modesta. São aqueles que labutam incansavelmente pelas almas que estão perdidas e pelas almas que, embora na Igreja, ainda não estão inteiras no corpo. 

Nessa batalha, inúmeras vezes pagam o preço da solidão, por serem aqueles que ouvem as demandas de todos sem terem com quem dividir suas angústias. São aqueles que trabalham incansavelmente por uma alma, e não raro vêem todo o investimento realizado transformar-se em poeira quando o ex-bebê na fé torna-se senhor de si, e procura outros ministérios que "satisfaçam suas demandas internas". São aqueles que são confrontados, e muitas vezes caluniados, por aqueles que se dizem irmãos e não são, bem como sofrem o preconceito de uma sociedade alienada que, em muitas ocasiões, inserem todos esses sérios homens e mulheres de Deus na "vala comum" daqueles que usam o ministério em benefício pessoal.

A estes homens e mulheres, que levam a sério o ministério como um verdadeiro sacerdócio, a Bíblia nos recomenda obediência e docilidade. Obediência, pois a eles foi confiada a manutenção e preservação do Corpo, algo que lhes será cobrado pelo próprio Senhor, assim como nos mostra as cartas de João às sete Igrejas do Apocalipse. Docilidade, porque embora simbolicamente são chamados anjos, não são super-homens: possuem sentimentos como qualquer ser humano.

É dever da Igreja, do Corpo de Cristo, cooperar com os Pastores para que estes realizem seus trabalhos com alegria, procurando amenizar as dores de parto que são inerentes ao ministério.

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