"Agora sei que o SENHOR salva o seu ungido; ele o ouvirá desde o seu santo céu, com a força salvadora da sua mão direita." Salmo 20:06
Meus amados!
O salmista não tinha a mesma idéia de Deus que temos hoje. Ele falava com Deus como uma pessoa muito distante!
De fato, Ele habita no céu. Mas, mesmo no céu, bem distante dos humanos – na visão do salmista – no meio da angústia, quando este se colocava em oração, Deus vinha ao seu socorro. Quando o salmista se reporta à morada de Deus é de algum modo para nos ensinar que, em favor de seus filhos, quando estes clamam, Ele, o Senhor, se empenha com toda sua força e vem, por mais distante que possa estar – na visão dele – Ele vem.
Há pelo menos três angústias que rodeiam o homem:
a) Angustia moral = homem sem Deus;
b) A própria existência = a vida em si;
c) A angústia interna e pessoal.
O salmista se alegrava porque em Deus encontrava alegria da salvação. A primeira alegria que o crente pode e deve desfrutar é a alegria da sua salvação moral, ou seja, ter a certeza da salvação em Cristo.
Nessa batalha com as demais angústias da vida, o salmista nos conforta. Confiar em Deus é melhor que confiar na força humana. Os cavalos e carros eram elementos humanos, nos quais os guerreiros depositavam sua confiança. Mas o salmista fazia menção do nome do Senhor.
Muito mais nós, eu e você, pois a primeira angústia já foi superada: o abismo moral que nos separava de Deus.
O restante, o socorro humano pode não vir, as pessoas são volúveis, mas o socorro divino é absolutamente certo. Não importa se Deus está tão longe, humanamente falando. Quando oramos ele se faz bem de pertinho.
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Antonio José – Pastor Sênior da Igreja Batista de Sião – Palavra Ministrada no Culto Solene de 26/06/2011, no Templo da Igreja Batista de Sião.
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