
É impressionante como o dinheiro move muitas discussões. É por causa dele que muitos amigos tornam-se inimigos e muitas nações e povos guerreiam ou guerrearam entre si. Ao mesmo tempo, o dinheiro é necessário para mover a economia e gerar o sustento das pessoas, das famílias, e o desenvolvimento do Estado, além de ser uma bênção nas mãos daquele que sabe usá-lo de forma justa e equilibrada.
É por conta disso que não podemos estranhar quando as pessoas questionam sobre o dízimo. É comum ouvirmos entre os “não-cristãos” críticas sobre essa prática tão antiga quanto à própria origem das Escrituras Sagradas. Esse tipo de crítica, eu diria até que é “normal”, e que a Igreja já sabe lidar perfeitamente com ela. Entretanto, é difícil entender quando um cristão, teoricamente discipulado e introduzido nas Sagradas Escrituras, levanta qualquer tipo de dúvida ou questão a esse respeito.
É para esse público que quero direcionar essa rápida reflexão.
A Bíblia é a Palavra de Deus e único manual de fé e conduta para os cristãos Protestantes. Deste modo, não podemos falar sobre esse assunto sem recorrer a ela.
A primeira referência de dízimo nas Sagradas Escrituras está no texto de Gênesis 14:20. Após retornar vitorioso de uma batalha onde resgatou de um seqüestro seu sobrinho Ló, Abrão encontra-se com o sacerdote Melquisedeque. Diante do sacerdote, ele reconhece através do dízimo, que a vitória dele na campanha militar não foi mérito dele, mas sim de Deus. Aprendemos com Abrão três coisas muito importantes sobre o dízimo:
1) O dízimo é um sinal de adoração e submissão em reconhecimento a Deus, o Criador e dono de tudo.
2) É também um sinal de gratidão, pois Deus entregou os inimigos de Abrão em suas mãos.
3) É o reconhecimento e sustento ao ministro de Deus aqui na terra.
Dos três sinais acima, vamos focar nossa reflexão sobre o sustento do ministro de Deus.
Ora, é óbvio para todos que Deus, na sua infinita Glória e Majestade, não precisa de dinheiro algum até porque Ele é possuidor de tudo que existe, seja visível ou invisível. Ele é o dono da Prata e do Ouro. Entretanto, os ministros de Deus, embora a Bíblia os compare com Anjos em Apocalipse, são homens e mulheres que possuem necessidades iguais a de qualquer ser humano. Alimentação, vestimenta, educação, saúde, transporte, cultura e lazer também são itens essenciais aos ministros do Evangelho.
Dízimo no Antigo Testamento:
No livro de Números 18:20 o Senhor determinou a Arão e a sua descendência sacerdotal o seguinte:
“Não terás herança alguma na terra deles e nenhuma parte haverá para ti no meio deles. Eu sou a tua parte e a tua herança no meio dos israelitas.”
Com esta ordem Deus não permitiu aos sacerdotes e levitas que exercessem o trabalho secular, pois eles deveriam estar focados somente na obra de Deus. O serviço sacerdotal exige abnegação de qualquer outra atividade. Naquele momento Deus exigiu do sacerdote dedicação total.
Dessa forma, o sacerdote não teria como se sustentar haja vista que não trabalha para si e, portanto não tem renda. O Senhor resolve essa questão com a seguinte ordem:
“Eis que aos filhos de Levi dou por herança todos os dízimos arrecadados em Israel, em compensação pelos seus serviços, isto é, o serviço que fazem na Tenda da Reunião.” Números 18:21
Qualquer pessoa poderá questionar o seguinte: o texto está falando do Levita, e não do Sacerdote em si. Neste caso, vamos estudar os versículos 25 a 28 do mesmo capítulo:
Iahweh falou a Moisés e disse: “Falarás aos levitas e lhes dirás: Quando tiverdes dos israelitas os dízimos que vos dou como herança da parte deles, separareis a parte de Iahweh, o dízimo dos dízimos. Essa parte tomará o lugar daquilo que é separado, a ser tomado de vós, como se fosse o trigo tomado da eira e o vinho novo tomado do lagar. Assim, pois, vós também retirareis a parte de Iahweh de todos os dízimos que receberdes dos israelitas: dareis aquilo que houverdes separado para Iahweh ao sacerdote Aarão.”
Então, os Sacerdotes receberiam o dízimo dos Levitas, que por sua vez receberiam o dízimo do povo. Dessa forma, Deus estabeleceu o sustendo daqueles que viveriam trabalhando integralmente na obra de Deus, traduzido na época por “serviços sacerdotais”.
A prática do Dízimo entre os israelitas, além de uma ordenança do Senhor era acompanhada por promessas de bênçãos a quem assim procedesse. Vejamos algumas:
“Trazei o dízimo integral para o Tesouro, a fim de que haja alimento em minha casa. Provai-me com isto, disse Iahweh dos Exércitos, para ver se eu não abrirei as janelas do céu e não derramarei sobre vós bênção em abundância. Por vós, eu ameaçarei o gafanhoto, para que não destrua os frutos de vosso campo, e para que a vinha não fique estéril no campo, disse Iahweh dos Exércitos. Todas as nações vos proclamarão felizes, porque sereis uma terra de delícias, disse Iahweh dos Exércitos.” Malaquias 3:10-12
No texto acima o Senhor nos mostra que a obediência a esse mandamento traz ao dizimista muitas bênçãos, entre elas:
- O fruto do campo representa o trabalho de cada um, que não será ameaçado por qualquer perigo.
- A vinha não ficará estéril no campo, ou seja, não haverá crises para o povo de Deus.
- Todos os povos reconhecerão que os dizimistas são abençoados.
- A Terra onde habita um dizimista é fértil, ou seja, sempre haverá recursos para o sustento.
Essas promessas não são motivos de “barganha” com Deus, pois o Senhor conhece o coração humano. Mas são provas da fidelidade de Deus para com aquele que, com liberalidade, dizima em sua casa.
Dízimo no Novo Testamento
Em nenhum momento, nosso Salvador Jesus Cristo revogou o mandamento do Dízimo. Ao contrário; quando Ele viu a viúva pobre ofertando a única quantia que tinha, Ele reconheceu que essa oferta era a mais sincera e, portanto válida diante de Deus. (Marcos 12:41-44)
Se interpretarmos esse texto de forma literal, devemos compreender então que Jesus até ampliou a Lei. Antes era apenas 10%, mas agora é tudo!!!!
Entretanto, a Igreja do Senhor mantém o entendimento de que o dízimo é 10% da renda de cada crente, além das ofertas voluntárias que cada um apresenta diante do altar.
O Dízimo é sim para o sustento Pastoral. Os sacerdotes que se dedicam exclusivamente ao ministério devem viver do ministério. O Apóstolo Paulo, na primeira carta aos Coríntios, faz uma defesa esplendorosa sobre o assunto.
Ele diz o seguinte: “Não temos o direito de comer e beber? Não temos o direito de levar conosco, nas viagens, uma esposa cristã, como os outros apóstolos e os irmãos do Senhor e Cefas? Ou somente eu e Barnabé não temos o direito de ser dispensados de trabalhar? Quem vai alguma vez à guerra com seus próprios recursos? Quem planta uma vinha e não come do seu fruto? Quem apascenta um rebanho e não se alimenta do leite do rebanho?” I Coríntios 9:5-7
O Apóstolo Paulo estava advogando a si o direito que a Lei de Deus, como nós já vimos no AT, dá ao ministro do Evangelho. Inclusive citou que os demais ministros, (Irmãos de Cristo e Pedro) já usufruíam desse benefício que é absolutamente instituído e defendido por Deus, o que prova que os primeiros Cristãos já atuavam dessa forma.
Paulo, no mesmo texto, faz uma referência ao AT que, ao meu ver, encerra qualquer tipo de questão:
“Com efeito, na Lei de Moisés está escrito: Não amordaçarás o boi que tritura o grão.” I Coríntios 9:9
Paulo faz essa citação referindo-se ao texto de Deuteronômio 25:4, onde o Senhor não permite que o boi, ao trilhar o trigo, não coma do grão que está trilhando. Da mesma forma, o Senhor não admite que aquele que vive para pregar o Evangelho, não viva do Evangelho. É absolutamente errado, que um ministro de Deus, que vive todos os seus dias, e investe 24 horas do seu tempo na obra do Senhor, tenha que ter um trabalho secular para sustentar-se. Não! Isso é um dever da Igreja e dos Cristãos que nela estão.
Como um médico que recebe pelos seus honorários, ou como um Advogado que recebe pelo seu trabalho, o Ministro do Evangelho, seja Apóstolo, Bispo ou Pastor, deve receber da Igreja Local o seu sustento, pelos seus serviços de ordem espiritual que realiza para toda a comunidade.
E Paulo ainda diz: “Se semeamos em vós os bens espirituais, será excessivo que colhamos os vossos bens materiais?” I Coríntios 9:11
Não temos a menor dificuldade em remunerar o profissional que nos presta serviço, sejam eles médicos, advogados, psicólogos, barbeiros e por aí vai... Então, por que se cria tanta dificuldade em entender que o Ministro do Evangelho também está prestando um serviço, porém de natureza espiritual? Somente na Eternidade, quando estivermos face a face com o Senhor, vamos entender o quanto foi importante o ministro de Deus em nossas vidas.
A Palavra de Deus também nos dá promessas no NT. Vejamos:
“Sabei que quem semeia com parcimônia, com parcimônia também colherá, e quem semeia com larguesa, com larguesa também ceifará.” II Coríntios 9:6
Se continuarmos a leitura do texto, veremos que Deus mantém as bênçãos já determinadas no passado sobre aqueles que dizimam e ofertam com liberalidade e alegria.
Conclusão:
Disso tudo concluímos que o Dízimo e as Ofertas são exclusivamente para o sustento pastoral e manutenção da obra do Senhor, em caráter irrevogável e inquestionável.
As Igrejas ou comunidades que procedem diferente estão deixando de ser abençoadas e impedindo as bênçãos de Deus sobre o povo.
Cabe a nós, que nos julgamos discípulos de Cristo, cumprir a vontade dele e como conseqüência sermos abençoados ou, não cumprirmos a vontade dele e não sermos abençoados.
É uma questão de escolha!!!! Mas desejo ardentemente que sua escolha seja acertada.
Que Deus nos abençoe com esta reflexão.
Diácono Thiago I Penido
É por conta disso que não podemos estranhar quando as pessoas questionam sobre o dízimo. É comum ouvirmos entre os “não-cristãos” críticas sobre essa prática tão antiga quanto à própria origem das Escrituras Sagradas. Esse tipo de crítica, eu diria até que é “normal”, e que a Igreja já sabe lidar perfeitamente com ela. Entretanto, é difícil entender quando um cristão, teoricamente discipulado e introduzido nas Sagradas Escrituras, levanta qualquer tipo de dúvida ou questão a esse respeito.
É para esse público que quero direcionar essa rápida reflexão.
A Bíblia é a Palavra de Deus e único manual de fé e conduta para os cristãos Protestantes. Deste modo, não podemos falar sobre esse assunto sem recorrer a ela.
A primeira referência de dízimo nas Sagradas Escrituras está no texto de Gênesis 14:20. Após retornar vitorioso de uma batalha onde resgatou de um seqüestro seu sobrinho Ló, Abrão encontra-se com o sacerdote Melquisedeque. Diante do sacerdote, ele reconhece através do dízimo, que a vitória dele na campanha militar não foi mérito dele, mas sim de Deus. Aprendemos com Abrão três coisas muito importantes sobre o dízimo:
1) O dízimo é um sinal de adoração e submissão em reconhecimento a Deus, o Criador e dono de tudo.
2) É também um sinal de gratidão, pois Deus entregou os inimigos de Abrão em suas mãos.
3) É o reconhecimento e sustento ao ministro de Deus aqui na terra.
Dos três sinais acima, vamos focar nossa reflexão sobre o sustento do ministro de Deus.
Ora, é óbvio para todos que Deus, na sua infinita Glória e Majestade, não precisa de dinheiro algum até porque Ele é possuidor de tudo que existe, seja visível ou invisível. Ele é o dono da Prata e do Ouro. Entretanto, os ministros de Deus, embora a Bíblia os compare com Anjos em Apocalipse, são homens e mulheres que possuem necessidades iguais a de qualquer ser humano. Alimentação, vestimenta, educação, saúde, transporte, cultura e lazer também são itens essenciais aos ministros do Evangelho.
Dízimo no Antigo Testamento:
No livro de Números 18:20 o Senhor determinou a Arão e a sua descendência sacerdotal o seguinte:
“Não terás herança alguma na terra deles e nenhuma parte haverá para ti no meio deles. Eu sou a tua parte e a tua herança no meio dos israelitas.”
Com esta ordem Deus não permitiu aos sacerdotes e levitas que exercessem o trabalho secular, pois eles deveriam estar focados somente na obra de Deus. O serviço sacerdotal exige abnegação de qualquer outra atividade. Naquele momento Deus exigiu do sacerdote dedicação total.
Dessa forma, o sacerdote não teria como se sustentar haja vista que não trabalha para si e, portanto não tem renda. O Senhor resolve essa questão com a seguinte ordem:
“Eis que aos filhos de Levi dou por herança todos os dízimos arrecadados em Israel, em compensação pelos seus serviços, isto é, o serviço que fazem na Tenda da Reunião.” Números 18:21
Qualquer pessoa poderá questionar o seguinte: o texto está falando do Levita, e não do Sacerdote em si. Neste caso, vamos estudar os versículos 25 a 28 do mesmo capítulo:
Iahweh falou a Moisés e disse: “Falarás aos levitas e lhes dirás: Quando tiverdes dos israelitas os dízimos que vos dou como herança da parte deles, separareis a parte de Iahweh, o dízimo dos dízimos. Essa parte tomará o lugar daquilo que é separado, a ser tomado de vós, como se fosse o trigo tomado da eira e o vinho novo tomado do lagar. Assim, pois, vós também retirareis a parte de Iahweh de todos os dízimos que receberdes dos israelitas: dareis aquilo que houverdes separado para Iahweh ao sacerdote Aarão.”
Então, os Sacerdotes receberiam o dízimo dos Levitas, que por sua vez receberiam o dízimo do povo. Dessa forma, Deus estabeleceu o sustendo daqueles que viveriam trabalhando integralmente na obra de Deus, traduzido na época por “serviços sacerdotais”.
A prática do Dízimo entre os israelitas, além de uma ordenança do Senhor era acompanhada por promessas de bênçãos a quem assim procedesse. Vejamos algumas:
“Trazei o dízimo integral para o Tesouro, a fim de que haja alimento em minha casa. Provai-me com isto, disse Iahweh dos Exércitos, para ver se eu não abrirei as janelas do céu e não derramarei sobre vós bênção em abundância. Por vós, eu ameaçarei o gafanhoto, para que não destrua os frutos de vosso campo, e para que a vinha não fique estéril no campo, disse Iahweh dos Exércitos. Todas as nações vos proclamarão felizes, porque sereis uma terra de delícias, disse Iahweh dos Exércitos.” Malaquias 3:10-12
No texto acima o Senhor nos mostra que a obediência a esse mandamento traz ao dizimista muitas bênçãos, entre elas:
- O fruto do campo representa o trabalho de cada um, que não será ameaçado por qualquer perigo.
- A vinha não ficará estéril no campo, ou seja, não haverá crises para o povo de Deus.
- Todos os povos reconhecerão que os dizimistas são abençoados.
- A Terra onde habita um dizimista é fértil, ou seja, sempre haverá recursos para o sustento.
Essas promessas não são motivos de “barganha” com Deus, pois o Senhor conhece o coração humano. Mas são provas da fidelidade de Deus para com aquele que, com liberalidade, dizima em sua casa.
Dízimo no Novo Testamento
Em nenhum momento, nosso Salvador Jesus Cristo revogou o mandamento do Dízimo. Ao contrário; quando Ele viu a viúva pobre ofertando a única quantia que tinha, Ele reconheceu que essa oferta era a mais sincera e, portanto válida diante de Deus. (Marcos 12:41-44)
Se interpretarmos esse texto de forma literal, devemos compreender então que Jesus até ampliou a Lei. Antes era apenas 10%, mas agora é tudo!!!!
Entretanto, a Igreja do Senhor mantém o entendimento de que o dízimo é 10% da renda de cada crente, além das ofertas voluntárias que cada um apresenta diante do altar.
O Dízimo é sim para o sustento Pastoral. Os sacerdotes que se dedicam exclusivamente ao ministério devem viver do ministério. O Apóstolo Paulo, na primeira carta aos Coríntios, faz uma defesa esplendorosa sobre o assunto.
Ele diz o seguinte: “Não temos o direito de comer e beber? Não temos o direito de levar conosco, nas viagens, uma esposa cristã, como os outros apóstolos e os irmãos do Senhor e Cefas? Ou somente eu e Barnabé não temos o direito de ser dispensados de trabalhar? Quem vai alguma vez à guerra com seus próprios recursos? Quem planta uma vinha e não come do seu fruto? Quem apascenta um rebanho e não se alimenta do leite do rebanho?” I Coríntios 9:5-7
O Apóstolo Paulo estava advogando a si o direito que a Lei de Deus, como nós já vimos no AT, dá ao ministro do Evangelho. Inclusive citou que os demais ministros, (Irmãos de Cristo e Pedro) já usufruíam desse benefício que é absolutamente instituído e defendido por Deus, o que prova que os primeiros Cristãos já atuavam dessa forma.
Paulo, no mesmo texto, faz uma referência ao AT que, ao meu ver, encerra qualquer tipo de questão:
“Com efeito, na Lei de Moisés está escrito: Não amordaçarás o boi que tritura o grão.” I Coríntios 9:9
Paulo faz essa citação referindo-se ao texto de Deuteronômio 25:4, onde o Senhor não permite que o boi, ao trilhar o trigo, não coma do grão que está trilhando. Da mesma forma, o Senhor não admite que aquele que vive para pregar o Evangelho, não viva do Evangelho. É absolutamente errado, que um ministro de Deus, que vive todos os seus dias, e investe 24 horas do seu tempo na obra do Senhor, tenha que ter um trabalho secular para sustentar-se. Não! Isso é um dever da Igreja e dos Cristãos que nela estão.
Como um médico que recebe pelos seus honorários, ou como um Advogado que recebe pelo seu trabalho, o Ministro do Evangelho, seja Apóstolo, Bispo ou Pastor, deve receber da Igreja Local o seu sustento, pelos seus serviços de ordem espiritual que realiza para toda a comunidade.
E Paulo ainda diz: “Se semeamos em vós os bens espirituais, será excessivo que colhamos os vossos bens materiais?” I Coríntios 9:11
Não temos a menor dificuldade em remunerar o profissional que nos presta serviço, sejam eles médicos, advogados, psicólogos, barbeiros e por aí vai... Então, por que se cria tanta dificuldade em entender que o Ministro do Evangelho também está prestando um serviço, porém de natureza espiritual? Somente na Eternidade, quando estivermos face a face com o Senhor, vamos entender o quanto foi importante o ministro de Deus em nossas vidas.
A Palavra de Deus também nos dá promessas no NT. Vejamos:
“Sabei que quem semeia com parcimônia, com parcimônia também colherá, e quem semeia com larguesa, com larguesa também ceifará.” II Coríntios 9:6
Se continuarmos a leitura do texto, veremos que Deus mantém as bênçãos já determinadas no passado sobre aqueles que dizimam e ofertam com liberalidade e alegria.
Conclusão:
Disso tudo concluímos que o Dízimo e as Ofertas são exclusivamente para o sustento pastoral e manutenção da obra do Senhor, em caráter irrevogável e inquestionável.
As Igrejas ou comunidades que procedem diferente estão deixando de ser abençoadas e impedindo as bênçãos de Deus sobre o povo.
Cabe a nós, que nos julgamos discípulos de Cristo, cumprir a vontade dele e como conseqüência sermos abençoados ou, não cumprirmos a vontade dele e não sermos abençoados.
É uma questão de escolha!!!! Mas desejo ardentemente que sua escolha seja acertada.
Que Deus nos abençoe com esta reflexão.
Diácono Thiago I Penido
Muito boa essa reflexão sobre um assunto que muitos, inclusive até mesmo, crentes não digerem bem. Mas, não há como se opor a essa ordenança diante de sua fundamentação bíblica. Somente quem não é crente terá dificuldade de entender, posto que seu embasamento é bíblico e coerente. Louvado seja Deus por pessoas que pensam e acreditam assim!
ResponderExcluirMuito boa. Bem embasada. Que bom saber que existem pessoas muito bem articuladas e criteriosas nos levem a pensar nas "coisas do espirito" mais valiosas que as coisas do mundo sensível. Dar o dízimo cumpre-se com o dever da honra. É o maior testemunho de fé.
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